Finalmente chegou o momento do ano que os ~gamers mais aguardam.

A E3 2017 está batendo à porta, e a equipe do Metagene conta o que espera dessa edição da maior feira de games do mundo.

DYEGO SEMINARIO: O “VAI OU RACHA” DA MICROSOFT E AS PROMESSAS DA SONY

Essa é a primeira E3 que vou cobrir após me tornar um orgulhoso dono de um PS4, então dá pra ter uma ideia de como estou ansioso pra conferir as novidades da Sony. Acredito que a conferência mostrará mais detalhes de alguns exclusivos anunciados nos anos anteriores, como The Last of Us 2, God of War, Final Fantasy VII Remake, Days Gone e também dois dos games que estou mais empolgado no momento: Detroit: Become Human (que não temos novidades faz tempo), e o Spider-Man da Insomniac, que dizem que sairá ainda em 2017. Além disso, vai ter gameplay de The Lost Legacy (o DLC de Uncharted 4) e acho seguro apostar que deve pintar uma sequência de Bloodborne. E se rolar um DLC de Horizon eu não vou reclamar, viu Guerrilla?

Já está na hora de termos novidades de Detroit. Ver um gameplay e saber a data de lançamento seria perfeito!

Já a Microsoft tem a chance de dar a volta por cima. É óbvio que sua conferência será focada no Project Scorpio. Contudo, como ela própria já sabe, de nada adianta ter o console mais fodido da galáxia se ele não tiver grandes títulos. Muita gente aposta em um novo Gears of War, mas acho cedo demais pra isso. Acredito mais na possibilidade do anúncio de uma nova IP AAA exclusiva para substituir o vazio deixado por Scalebound, o finado título da PlatinumGames, e também que a Microsoft possa ter fechado exclusividade temporária com algum grande título multiplataforma, como fez com Rise of The Tomb Raider — quem sabe até isso não se repita com o anúncio de um novo jogo da franquia. Também acredito na possibilidade de grandes títulos das third parties aparecerem nessa conferência, como os Star Wars da Respawn e da Visceral, o Assassin’s Creed: Origins da Ubisoft e, quem sabe, o Cyberpunk 2077 da CD Projekt e o Red Dead Redemption 2 da Rockstar. E claro, títulos como Forza 7, State of Decay, Sea of Thieves e Crackdown devem dar as caras também.

P.s.: Cuphead será adiado de novo e a espera por um novo Metroid decente continuará.

CAROL REIS: A SONY DEVE GANHAR A E3, MAS A NINTENDO PODE SURPREENDER

Ahhhh, E3! Uma das minhas épocas favoritas do ano, que acompanho religiosamente há mais de uma década. A ansiedade é sempre grande, mas esse ano está um pouco maior. A gente sabe que vai ter Scorpio, Super Mario Odyssey, God of War… mas eu tô bem empolgada mesmo é para o que ainda não sabemos. Começando pela Nintendo, que tem a faca e o queijo na mão para poder fazer do Switch um console incrível. O Zelda, já lançado, e o novo Mario, previsto para o final do ano, mostram que a empresa aparentemente está voltando a escutar os fãs e entregando o que eles realmente querem: suas franquias tradicionais em boa forma. Sendo assim, acho seguro apostar em pelo menos um anúncio de uma franquia clássica recebendo um jogo para o Switch. Um novo Metroid, talvez? Na torcida!

O que a Nintendo irá mostrar além do novo Mario? É uma boa oportunidade para surpreender!

A Sony é a conferência que eu mais espero. Para mim, ela foi a grande vitoriosa da E3 durante os últimos três ou quatro anos, e sinto que em 2017 não será diferente. A conferência deve, novamente, ser bastante focada em jogos. Além dos que já devemos esperar — Spider-Man da Insomniac, Detroit e God of War —, chuto que a conferência vai receber também grandes anúncios AAA, como Bloodborne 2 e o novo da Sucker Punch. Também não acho difícil que ela inicie ou encerre a conferência com The Last of Us 2, mostrando um trechinho do gameplay. Com esse monte de títulos de peso, não tem como a Sony errar e não levar a coroa novamente.

Já em relação à Microsoft, além da revelação de preço e lançamento do Scorpio, não sei muito o que esperar. Talvez, com o lançamento do novo console, ela aproveite para anunciar um novo Halo ou o Fable 4, e mostrar também o Forza 7. Outros títulos, como Cuphead e Sea of Thieves, devem voltar a aparecer, junto com títulos third — quem sabe o novo Assassin’s Creed não dê a cara aqui. No final das contas, acredito que deva ser uma apresentação morna, sem muitas surpresas. Vamos aguardar!

ALLAN PASSADOR: DEPOIS DE ANOS, FINALMENTE UMA E3 EMPOLGANTE DE NOVO

Sendo do contra como sou e indo num caminho um pouco diferente, vou focar mais no que eu quero ver do que naquilo que eu imagino que será mostrado de fato na E3.

Tem o que, pra mim, é quase certo: algo do remake de Final Fantasy 7 e mais de Last of Us 2, Splatoon 2Days Gone, Ni No Kuni 2, Darksiders 3, South Park: Fractured but Whole e Marvel VS Capcom Infinite. Imagino que alguns jogos com pouquíssima ou nenhuma divulgação que me deixaram bem curioso também vão dar as caras, como é o caso de Metro 2035, Mario + Rabbids e Code Vein. E claro, PRECISA ter Star Wars até dizer chega, sempre — o que provavelmente acontecerá com novidades do Battlefront 2, dos títulos ainda não revelados, e talvez até com o anúncio de pelo menos mais um jogo da franquia.

Kojima vai estar lá pra confundir (como sempre).

Tem também o que eu quero muito, muito mesmo, mas que imagino ter chances menores de aparecer no evento. Coisas como Deep Down, WiLD, Starfield e Cyberpunk 2077, além das continuações para Bloodborne, Kingdom Hearts, Fatal Frame, Wolfenstein, Borderlands, Half-Life, Super Smash Bros. e o esquecido Beyond Good & Evil. Seria ótimo também saber que BattleCry voltou à produção.

Não dá pra esquecer dos indies bacanas que estão por vir: The Sword of Ditto, da Devolver; o autointitulado “RPG pós-moderno”, YIIK; o quase nostálgico Kingsway; o belíssimo The Last Day of June; e Redout, que promete ser perfeito para os órfãos de F-Zero como eu. Ver qualquer coisa sobre esses jogos seria bom demais.

E claro, temos que lembrar sempre do Kojima, que eu imagino (e espero) que vá aparecer pra dar um oizinho — e que, falando ou não de um de seus jogos futuros, vai continuar deixando a gente sem entender nada de nada (como sempre). É quase um desejo masoquista da minha parte, mas o que eu posso fazer? Gosto demais do que o cara faz.